quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Temos que ser Rápidos!!!

Está na hora de montar as Equipes!!!

Escolham as lideranças das equipes. Dia 10/NOV iremos entregar as fichas de inscrição para as equipes de perguntas e respostas.

Serão 20 (vinte) alunos por EQUIPE para as tarefas de pergunatas e respostas.

DETALHE IMPORTANTE

Os alunos que participarem das equipes de Perguntas e Respostas, NÃO PODERÃO PARTICIPAR DAS DEMAIS PROVAS DAS QUAIS VOCÊS SERÃO SUBMETIDOS.

Aguardem maiores informações!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Você sabia?

A culinária da França compreende uma grande variedade de pratos, e goza de grande prestígio no mundo, principalmente no ocidente?

Você já ouviu falar em algum prato da culinária Francesa? Conhece algum?

E se pedissemos para você preparar um prato da Culinária Francesa? Hummmmm...

Emílio, ou da Educação


Neste precioso livro o filósofo J. J. Rousseau aborda com maestria a questão da Educação.

Em 9 de julho de 1762, uma sentença do parlamento de Paris condenava o 'Emílio' a ser rasgado e queimado, e ordenava: " O chamado J. J.Rousseau... será detido e levado às prisões da portaria do Palácio", o que garantiu ao livro toda a publicidade que ele merecia. Rousseau é daqueles que acham que não há maior covardia do que o abandono dos filhos que se teve o prazer de fazer : "Um pai, quando gera e sustenta filhos, só realiza com isso um terço da sua tarefa. Ele deve homens à sua espécie, deve à sociedade homens sociáveis, deve cidadãos ao Estado. Todo homem que pode pagar essa dívida tríplice e não paga é culpado, e talvez ainda mais culpado quando só paga pela metade. Quem não pode cumprir os deveres de pai não tem direito de tornar-se pai. Não há pobreza, trabalhos, nem respeito humano que o dispensem de sustentar seus filhos e de educá-los ele próprio. Leitores, podeis acreditar no que digo. para quem quer que tenha entranhas e desdenhe tão santo deveres, prevejo que por muito tempo derramará por sua culpa lágrimas amargas e jamais se consolará disso."(Emílio, Livro I). Na verdade , o Emílio é ainda hoje um excelente meio de progredir no amor aos filhos, um "tratado de educação" ou um manual de pedagogia. Depois de queimá-lo por conter coisas muito ousadas contra a Religião e o Governo, colocaram-no na categoria tranquilizadora dos livros a serem lidos por todos. A educação de Emílio tem um grande objetivo: formar um homem livre, capaz de se defender contra todos os constrangimentos. O livro tem tiradas atuais ao aconselhar aos pais fracos e indecisos : " Os pais fracos, que cedem a todos os pedidos dos filhos, longe de respeitar a sua liberdade, corrompem-na; longe de fazer dele um ser livre, submetem-no as suas fantasias e mais tarde às suas paixões. Sabeis qual o meio mais seguro de tornar miserável vosso filho? É acostumá-lo a obter tudo, pois, crescendo seus desejos sem cessar pela facilidade de satisfazê-los, mais cedo ou mais tarde a impotência vos forçará, ainda contra a vontade , a usar da recusa. E essa recusa inabitual dar-lhe-á um tormento maior do que a própria privação do que deseja. Feliz, ele! É um déspota; ao mesmo tempo, é o mais vil dos escravos e a mais miserável das criaturas. " Aos pais e educadores de hoje vale a pena ler e reler este livro.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O Filósofo que iremos estudar durante o DESAFIO CULTURAL 2009

Conheça um pouco do Grande Jean Jacques Rousseau.

Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de Julho de 1712 - Ermonoville, 2 de Julho de 1778) foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata. Uma das figuras marcantes do Iluminismo francês, Rousseau é também um precursor do romantismo.

Ao defender que todos os homens nascem livres, e a liberdade faz parte da natureza do homem, Rousseau inspirou todos os movimentos que visavam uma busca pela liberdade. Inclui-se aí as Revoluções Liberais, o Marxismo, o Anarquismo, etc.

Sua influência se faz sentir em nomes da literatura como Tolstói e Thoreau. Influencia também movimentos de Ecologia Profunda, já que era adepto da proximidade com a natureza e afirmava que os problemas do homem decorriam dos males que a sociedade havia criado e não existiam no estado selvagem.

Quer saber mais? Tem algo a acrescentar? Nos ajude no Desafio Cultural 2009!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

As Equipes já estão divididas!

Já dividimos as equipes.
Devido não haverem um numero igual de turmas nos três turnos, algumas equipes ficaram com turmas de turnos diferentes. Esperamos que todos se integrem de maneira que todas as salas sejam bem representadas.

Equipe VERMELHA - 1º F, 2º E, 3º C e 9º;
Equipe AZUL - 3º B, 2º C, 2º D e 1º E;
Equipe AMARELA - 2º A, 1º D e 1º C;
Equipe VERDE - 3º A, 2º B, 1º A e 1º B.

Integração é a palavra chave.

Boa sorte.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Saiba mais do Ano da França no Brasil

Visite o site, http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/ e saiba mais sobre os festejos e comemorações sobre o Ano da França no Brasil.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Bandeira da França


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Bandeira Nacional da França (também conhecida como a tricolor ou bleu, blanc, rouge), tricolor em três faixas verticais (azul, branca e vermelha), simboliza a Revolução Francesa (1789), sendo que o azul representa o poder legislativo, branco o poder executivo e o vermelho o povo, os três "dividindo" igualmente o poder. Lembrando do lema francês, as cores representam também Liberdade (Liberté), Igualdade, (Égalité) e Fraternidade (Fraternité), na ordem da bandeira, "método" também usado na moeda francesa. Com vínculo à revolução e ao império, ela foi muito rejeitada inicialmente, sendo substituída por uma bandeira branca entre 1814 e 1830. A Revolução de 1830, conhecida também como Revolução de Julho, restabeleceu a antiga bandeira tricolor, que se consagrou definitivamente.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Desfile Cívico - 2009



Durante o Desfile Cívico, no dia 05 de Setembro, alguns alunos representaram celebres personagens que fizeram parte da História na França e do Brasil. Os alunos Victor e Lara, ambos do 9º ano, representando D. João Sexto e Carlota Joaquina, que fugiram das tropas Napoleônicas. Em seguida os alunos Waldean (1º F), Tiago (9º) e Vanderson (1º F), a cavalo, representam alguns dos pricipais responsáveis pela revolução Francesa: Danton, Robespierri e o grande Napoleão Bonaparte.

Valeu pela força pessoal.

Como você pode colaborar?

Olá...
Como nosso Projeto ainda está em fase de criação, penso que os alunos possam colaborar de alguma maneira com as tarefas e provas da Gincana Cultural. E aí? Como você acha que podemos melhorar o Desafio Cultural 2009? Deixe seu comentário e enriqueça cada vez esse Projeto.

Forte abraço a todos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Um pouco da História da França

La Marseillaise

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

La Marseillaise (A Marselhesa, em francês) é o hino nacional da França. Foi composto pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, da divisão de Estrasburgo, como canção revolucionária.

Inicialmente intitulada Canto de Guerra para o Exército do Reno, o título verdadeiro, foi escrito a pedido do prefeito de Estrasburgo, dias depois da declaração de guerra ao imperador da Áustria, em 25 de abril de 1792. O canto deveria ser um estímulo para encorajar os soldados no combate de fronteira, na região do rio Reno.

A canção adquiriu grande popularidade durante a Revolução Francesa, especialmente entre as unidades do exército deMarselha, ficando conhecida como A Marselhesa. A revolução foi embalada por uma canção patriótica, entoada por unidades do exército de Marselha, quando entraram em Paris, em 14 de julho de 1792. Em 1795, foi instituída pela Convenção como hino nacional.

Napoleão Bonaparte baniu A Marselhesa durante o império, assim como Luís XVIII na segunda restauração, devido ao seu caráter revolucionário. A revolução de 1830 restabeleceu-lhe o status de hino nacional, sendo inclusive reorquestrada por Hector Berlioz na década de 1830. Entretanto, Napoleão III tornaria a banir a canção até que, em 1879, com a instauração da III República, a canção foi definitivamente confirmada como o hino nacional francês, ato esse reafirmado nas cosntituições de 1946 e 1958.